Gás natural. Uma opção menos má?

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O gás natural quando é objecto de combustão emite muito menos CO2 do que o carvão. Isto tem levado alguns a considerar o gás natural como uma energia de transição para as energias renováveis, reclamando a suas credenciais verdes. No entanto, como se pode ver noutro artigo nesta página “keep it in the ground”, não podemos utilizar todas as reservas de gás convencional disponíveis se queremos evitar alterações climáticas desastrosas. Mas o caso do gás natural não convencional, como é o “fracking”, ainda é mais grave porque é extremamente díficil evitar niveis elevados de emissões directas  do gás (fugas resultantes das perfurações e manuseio), aqui sob a forma de metano, cujo potencial de aquecimento global é substancialmente mais elevado que o CO2. Nestes casos, a diferença em relação ao carvão pode esfumar-se.

A bridge to nowhere: methane emissions and the greenhouse gas footprint of natural gas (ver gráfico p. 2 PDF)

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